sábado, 17 de julho de 2010

ser ...

Sou como uma névoa perdida na escuridão da noite fria e chuvosa, cai chuva sobre mim, chuva negra e gélida, que congela meu coração, coração que outrora avia sido aquecido com o amor, sentimento inserto que só causa o sofrer da carne e alma, fazendo-me derramar lagrimas melancólicas, com o sangrar do meu coração que agora é negro, fazendo-me vagar sem saber para onde hei de ir. Sou uma alma perdida e sem vida em meio às trevas eternas, onde nem o sol nem seu calor podem tocar-me novamente. Morto para o mundo. Sou um forasteiro solitário vagando por terras virgens, na esperança de encontrar-te uma noite, uma vez mais.

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